MEDITAÇÃO PARA A SEMANA DE 30 a 05 de abril de 2009
(extraído do site: equipes-notre-dame.fr)
Tradução: Maria Luiza / Revisão: Geová
MEDITAÇÃO
São Paulo (Rm 8, 32)
PALAVRA DE DEUS
Heb 2, 9b-10
PRECE
Salmo 118 (IX)
CADERNO DE ORAÇÃO
Sim
“Sim”, nestas três letras resumo minha oração. Evidentemente trata-se de algo maior que uma palavra pronunciada, que um ato de inteligência ou um sentimento. Envolve o eu mais profundo que se exprime e se engaja. Creio que este sim seja a mais perfeita resposta do homem a Deus. Desejaria que este fosse meu nome próprio, desejaria chamar-me “Sim”.
Esta é, pois, a palavra chave da oração. O ato de uma liberdade que se curva sem reservas à vontade de Deus. Exprime com justeza a autêntica prece, que em sua essência não precisa despender esforços, mas unicamente abandonar-se à ação de Deus que age na alma continuamente, desde que nos entreguemos sem condições ao seu domínio. Esta palavrinha de nada, na verdade exige muita coragem, mais que isso, o louco amor de alguém que, sabendo-se infinitamente amado, não tem mais medo de Deus.
Ser fiel não é outra coisa senão estar permanentemente disponível a dizer “sim” a Deus. Conforme São Paulo: “É unicamente o sim que se encontra nele” (2Co 1, 19). E este “sim” do português é o “amém” hebreu, esta curta palavra litúrgica, tão rica e tão densa. Esta palavra que no Apocalipse designa o próprio Cristo: “Assim fala o Amém, a Testemunha fiel e verdadeira” (Ap 3, 14).
A maior ambição da alma orante: ser um “sim” a Deus.
Henri Caffarel (Caderno de Oração nº 121 Janeiro-Fevereiro 1972)
2 de abril de 2009
24 de março de 2009
MEDITAÇÃO PARA A SEMANA DE 23 a 29 de março de 2009
(extraído do site: equipes-notre-dame.fr)
Tradução: Maria Luiza / Revisão: Geová
PRECE
Salve, Maria, Mãe de Deus,
tesouro venerado em todo o universo,
lâmpada inextinguível,
pois de ti nasceu o Sol da Justiça,
cetro da verdade, templo indestrutível.
Salve Maria,
morada da infinitude, que encerraste em teu seio
o Deus infinito, o Verbo unigênito,
produzindo sem arado e sem semente a espiga incorruptível.
Por ti o Filho Único de Deus
fez resplandecer sua luz
sobre todos os que jazem nas trevas
sentados à sombra da morte.
Como cantar dignamente teu louvores,
ó Mãe de Deus,
por quem toda a terra exulta de alegria.
Cirilo de Alexandria
CADERNO DE ORAÇÃO
A oração não é outra coisa senão um sacrifício em estado puro. Esta definição causaria estranheza se déssemos ao sacrifício uma conotação melodramática ou muito negativa. O sacrifício, no parecer de Santo Agostinho e Santo Tomás, é um ato de suprema veneração que prestamos a Deus, para nos unirmos a Ele num venturoso consórcio.
Admitamos que esta definição condiga bem à oração. Em que consiste ela, senão em nos doarmos a Deus porque o amamos? Não oramos para conseguir alguma coisa, para prosperar, para tornar-nos perfeitos, mas para colocarmo-nos à disposição de Deus, porquanto Ele é o Mestre supremo e o Amor soberano.
Henri Caffarel (Caderno de Oração nº 119 – setembro 1971)
(extraído do site: equipes-notre-dame.fr)
Tradução: Maria Luiza / Revisão: Geová
PRECE
Salve, Maria, Mãe de Deus,
tesouro venerado em todo o universo,
lâmpada inextinguível,
pois de ti nasceu o Sol da Justiça,
cetro da verdade, templo indestrutível.
Salve Maria,
morada da infinitude, que encerraste em teu seio
o Deus infinito, o Verbo unigênito,
produzindo sem arado e sem semente a espiga incorruptível.
Por ti o Filho Único de Deus
fez resplandecer sua luz
sobre todos os que jazem nas trevas
sentados à sombra da morte.
Como cantar dignamente teu louvores,
ó Mãe de Deus,
por quem toda a terra exulta de alegria.
Cirilo de Alexandria
CADERNO DE ORAÇÃO
A oração não é outra coisa senão um sacrifício em estado puro. Esta definição causaria estranheza se déssemos ao sacrifício uma conotação melodramática ou muito negativa. O sacrifício, no parecer de Santo Agostinho e Santo Tomás, é um ato de suprema veneração que prestamos a Deus, para nos unirmos a Ele num venturoso consórcio.
Admitamos que esta definição condiga bem à oração. Em que consiste ela, senão em nos doarmos a Deus porque o amamos? Não oramos para conseguir alguma coisa, para prosperar, para tornar-nos perfeitos, mas para colocarmo-nos à disposição de Deus, porquanto Ele é o Mestre supremo e o Amor soberano.
Henri Caffarel (Caderno de Oração nº 119 – setembro 1971)
18 de março de 2009
MEDITAÇÃO PARA A SEMANA DE 16 a 22 de março de 2009
(extraído do site: equipes-notre-dame.fr)
Tradução: Maria Luiza / Revisão: Geová
PRECE
Meu Deus que estais em mim, e em quem eu estou...
Dá-me a graça de sentir continuamente vossa presença,
vossa presença em mim e em torno de mim,
e, ao mesmo tempo, faz-me experimentar o amor tímido dos que amam apaixonadamente e que permanecem diante da pessoa amada, sem dela poder tirar os olhos, com grande desejo e imensa vontade de fazer tudo o que lhe agrade,
tudo o que seja bom para ela...
Em vós, para vós, e por vós.
Amém.
Charles de Foucauld
CADERNO DE ORAÇÃO
Ame-me como tu és (continuação)
Amo em ti até tua fraqueza. Amo o amor dos pobres; desejo que, da indigência, eleve-se continuamente o grito: Senhor, eu vos amo. É o canto do teu coração que me importa. Terei eu necessidade de tua ciência e de teus talentos? Não são virtudes que te peço, e se eu te as concedi, és tão débil, que logo o amor próprio as turvaria; assim isso fica sem importância.
Eu poderia te destinar a grandes coisas; mas não, tu serás servo inútil, eu te privarei mesmo do pouco que tu tens, pois que te criei para o amor. Ame! O amor te permitirá fazer tudo mais sem que percebas; procures apenas preencher o momento presente com o teu amor.
Hoje permaneço à porta do teu coração como um mendigo, eu, o Senhor dos senhores.
Bato e espero, apressa-te em abrir, não diminuas o peso de tua miséria. Tua indigência, se tu a conhecesses plenamente, morrerias de dor. A única coisa que poderia ferir meu coração seria sentir tua dúvida e falta de confiança.
Quero que penses em mim a cada hora do dia e da noite, gostaria que o amor guiasse todas as tuas ações, mesmo as mais insignificantes.
Quando vier o sofrimento, eu te darei a força; tu me destes o amor, eu te concederei amar muito além de quanto possas imaginar. Mas lembra-te: “Ama-me assim como tu és.” Não esperes ser um santo para te entregar ao Amor, do contrário não amarás jamais.
(extraído do site: equipes-notre-dame.fr)
Tradução: Maria Luiza / Revisão: Geová
PRECE
Meu Deus que estais em mim, e em quem eu estou...
Dá-me a graça de sentir continuamente vossa presença,
vossa presença em mim e em torno de mim,
e, ao mesmo tempo, faz-me experimentar o amor tímido dos que amam apaixonadamente e que permanecem diante da pessoa amada, sem dela poder tirar os olhos, com grande desejo e imensa vontade de fazer tudo o que lhe agrade,
tudo o que seja bom para ela...
Em vós, para vós, e por vós.
Amém.
Charles de Foucauld
CADERNO DE ORAÇÃO
Ame-me como tu és (continuação)
Amo em ti até tua fraqueza. Amo o amor dos pobres; desejo que, da indigência, eleve-se continuamente o grito: Senhor, eu vos amo. É o canto do teu coração que me importa. Terei eu necessidade de tua ciência e de teus talentos? Não são virtudes que te peço, e se eu te as concedi, és tão débil, que logo o amor próprio as turvaria; assim isso fica sem importância.
Eu poderia te destinar a grandes coisas; mas não, tu serás servo inútil, eu te privarei mesmo do pouco que tu tens, pois que te criei para o amor. Ame! O amor te permitirá fazer tudo mais sem que percebas; procures apenas preencher o momento presente com o teu amor.
Hoje permaneço à porta do teu coração como um mendigo, eu, o Senhor dos senhores.
Bato e espero, apressa-te em abrir, não diminuas o peso de tua miséria. Tua indigência, se tu a conhecesses plenamente, morrerias de dor. A única coisa que poderia ferir meu coração seria sentir tua dúvida e falta de confiança.
Quero que penses em mim a cada hora do dia e da noite, gostaria que o amor guiasse todas as tuas ações, mesmo as mais insignificantes.
Quando vier o sofrimento, eu te darei a força; tu me destes o amor, eu te concederei amar muito além de quanto possas imaginar. Mas lembra-te: “Ama-me assim como tu és.” Não esperes ser um santo para te entregar ao Amor, do contrário não amarás jamais.
HENRI CAFFAREL (Caderno de Oração nº 120 dezembro 1971)
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